Polícia Federal deflagra operação para investigar fraudes no INSS

Polícia Federal deflagra operação para investigar fraudes no INSS

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (7) uma operação para investigar fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em benefícios por incapacidade temporária e aposentadorias por incapacidade permanente. Segundo a Polícia Federal, os responsáveis e integrantes da organização criminosa são médicos, advogados e intermediários.

A Operação Revide é resultado de uma força-tarefa previdenciária que une o Núcleo de Inteligência Previdenciária e Trabalhista em São Paulo, a Procuradoria Federal e o INSS. As investigações desvendaram que as fraudes ocorrem em sede judicial. O perito do juízo recebia propina do grupo para declarar pessoas saudáveis como incapazes para o trabalho.

Segundo nota da PF, foram expedidos 23 mandados de busca e apreensão para cumprimento no estado de São Paulo, na cidade de São Paulo, Guarulhos e Caieiras e no estado de Minas Gerais, na cidade de Poços de Caldas, além de medidas restritivas de direitos para impedir que o grupo continue a atuar.

“Em uma amostragem inicial, verificou-se que as fraudes provocaram desvios de mais de R$ 13 milhões, porém, em razão do desmantelamento da organização criminosa, estima-se que será evitado um prejuízo de mais de R$ 27 milhões. Referidos valores dizem respeito a um recorte investigativo, pois, ao que tudo indica, as somas podem ser muito maiores”, diz a PF.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
Polícia realiza operação contra fraudes em licitações na Cedae

Polícia realiza operação contra fraudes em licitações na Cedae

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) do Rio de Janeiro, por meio da Delegacia de Defraudações, o Ministério Público do Estado do Rio e o Tribunal de Contas do Estado deflagraram, hoje (1º), a Operação Águas Claras, para cumprir 14 mandados de busca e apreensão contra empresários e funcionários de uma empresa de engenharia, agentes e ex-diretores da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae). As denúncias indicam que todos estão envolvidos em fraudes em licitações nos anos de 2017 e 2018.

De acordo com a Sepol, as investigações indicaram que o grupo criminoso praticava dispensa de licitações e superfaturamento na aquisição de produtos. Com isso, conforme as apurações, o grupo chegou a movimentar R$ 63 milhões com as fraudes. A secretaria informou ainda que foi possível identificar também que os fraudadores efetuavam pagamento de propina para funcionários e ex-diretores da Cedae, além de prefeituras do interior do estado.

Empresários e ex-diretores foram monitorados durante as investigações, que apontaram indícios da participação deles nas fraudes. “O esquema consistia no uso de informações privilegiadas passadas por funcionários. Eles acessavam o sistema, por meio de senha, e passavam aos empresários o andamento de processos de dispensa de licitação”, disse a Sepol em nota.

Depois do levantamento, os empresários procuravam os ex-diretores da Cedae, e após pagamento de propina recebiam as vantagens indevidas. “Os pagamentos eram realizados em dinheiro, uso de cartão corporativo ou mesmo aluguel de carro”, completou a secretaria.

Cedae

A Cedae informou à Agência Brasil que “está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações”.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
Tráfico chora no banho: PRF apreende 25,7 toneladas de maconha

Tráfico chora no banho: PRF apreende 25,7 toneladas de maconha

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou mais uma grande apreensão de drogas no Mato Grosso do Sul. Durante a Operação Tamoio II, os policiais rodoviários federais flagraram uma carreta carregada com 25.742 Kg de maconha.

A operação foi realizada em Naviraí (MS) na quarta-feira (24/5).

A equipe fiscalizava no km 130 da BR-163, quando abordou um caminhão Volvo/NH12 carregado com madeira. Desconfiados de que algum ilícito estivesse escondido no reboque, os policiais realizavam uma busca minuciosa no veículo, quando descobriram que uma camada da madeira escondia os tabletes da droga.

Após pesagem, foram apreendidos 25.742 Kg (vinte e cinco mil setecentos e quarenta e dois quilos) de maconha e 26 Kg (vinte e seis quilos) de skunk.

O motorista, de 42 anos, declarou ter pego a carreta carregada em Amambai (MS) com destino a Santana de Parnaíba (SP). Disse também que receberia R$ 8 mil pelo transporte. Ele foi preso e encaminhado para a Polícia Civil em Naviraí (MS).

FONTE: AGÊNCIAPRF

 
PF apura desvio de recursos publicos no combate à covid-19 no Amapá

PF apura desvio de recursos publicos no combate à covid-19 no Amapá

A Polícia Federal realizou hoje (26) uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão em órgãos públicos e residências localizados em Macapá (AP) na 3ª Fase da operação "Vírus Infectio", que investiga supostas fraudes em licitações e possível desvio de mais de R$ 4,9 milhões de recursos públicos utilizados no combate à pandemia do novo coronavírus no Amapá.

Realizada em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF), a investigação indica irregularidades no pagamento de ordens bancárias extraordinárias emitidas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), entre os dias 15 e 17 de abril, a empresas que são cadastradas como de pequeno porte ou microempresas. Os trabalhos contam com a participação de 24 policiais federais e de dois auditores da CGU.

"No decorrer das investigações, foram constatadas emissões de ordens bancárias pelo Fundo Estadual de Saúde, destinadas a empresas fornecedoras de equipamentos médico-hospitalares e de proteção individual, algumas supostamente de fachada, totalizando um montante de R$ 4.902.969,75. CGU, PF e MPF combatem desvios de recursos na Secretaria de Saúde do Amapá", informou a assessoria da CGU.

A CGU disse ainda que também foi identificada a emissão de ordem bancária no valor de R$ 1,2 milhão para uma microempresa, ou seja, aproximadamente três vezes maior que o valor global máximo de enquadramento previsto a ser auferido para microempresa em cada ano-calendário.

Os investigados podem responder por crimes previstos na Lei de Licitações, peculato, ordenação de despesa não autorizada e organização criminosa.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
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