Estatais brasileiras fecharam 2019 no azul com R$ 109 bilhões de lucro

Estatais brasileiras fecharam 2019 no azul com R$ 109 bilhões de lucro

De acordo com a Secretaria de Comunicação (Secom) as estatais brasileiras fecharam o ano de 2019 com um lucro de 109 bilhões de reais.

A informação foi postada no perfil oficial do Twitter da Secom na noite de quinta-feira (2/7).

Não existe fórmula mágica. É até muito simples: muito trabalho, muita transparência e foco nos interesses da nação. O exemplo vem de cima, pois a atual gestão foi montada com menos ministérios e cortes de dezenas de milhares de cargos e funções. Eficiência, lisura e resultados.“, tuitou a Comunicação.

FONTE: SECOM

 
Guedes diz que empréstimos a empresas ainda não são suficientes

Guedes diz que empréstimos a empresas ainda não são suficientes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu hoje (30) que os empréstimos para atender as empresas não foram suficientes até agora. Guedes participa de audiência pública virtual, promovida pela Comissão do Congresso que acompanha a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao coronavírus (covid-19).

“Tenho a maior franqueza em reconhecer que, na parte de crédito, ele não foi satisfatório até o momento, e nós continuamos aperfeiçoando o nosso programa para o dinheiro chegar à ponta, que era a maior reclamação”, disse.

Guedes afirmou que o governo tem um “time técnico muito bom”, mas a demanda por crédito cresceu muito. Ele citou o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, e os presidentes de bancos públicos. “Como [a pandemia] travou o país inteiro, a necessidade de capital de giro triplicou, quadruplicou. Então, mesmo expandindo o crédito, como expandimos, a verdade é que continuou insuficiente. Continuamos, o tempo inteiro, aperfeiçoando os programas em busca de um melhor desempenho”, disse.

Por outro lado, Guedes disse que o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEM) foi bem-sucedido. “No mercado formal americano, em cinco, seis semanas, demitiram 30 milhões, e aqui nós impedimos a demissão de 10 milhões. Houve, nesse período, uma demissão de em torno de 1 milhão de pessoas só no mercado formal, o que foi absolutamente excepcional, foi extraordinário”, disse.

Perdas

Guedes disse que o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) também será “muito bem-sucedido”. Ele ressaltou, porém, que o programa pode gerar “alguma perda”. “Sabemos que deve haver alguma perda nesse programa, mas a nossa responsabilidade é conceder esses recursos. Isso explica até uma frase minha muito mal compreendida naquele vazamento de uma reunião ministerial onde eu dizia: 'Olha, com as empresas grandes, nós vamos até ganhar dinheiro, agora, com as pequenas, não'”, destacou o ministro, referindo-se à reunião ministerial do dia 22 de abril, que teve o sigilo do vídeo retirado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro afirmou que, em nenhum momento, quis dizer que não haveria liberação de recursos para as pequenas empresas. “Era justamente o contrário: é que, quando você empresta para um gigante, para uma companhia aérea, uma coisa assim, o governo tem que dar uma satisfação à população porque ele está salvando um gigante econômico; então, ele tem que ganhar algum dinheiro para fazer isso. Então, nós desenhamos as debêntures conversíveis exatamente para isto: eu salvo a empresa aérea, mas, quando ela voltar a voar e ganhar dinheiro, o estado ganhou dinheiro”, disse.

Segundo o ministro, no caso das pequenas empresas a situação é diferente. “Já a pequenininha, não. Você vai dar dinheiro para milhares de pequenas empresas, e algumas podem realmente morrer no caminho e não conseguir pagar. Então, com as pequenas, a gente pode não ganhar dinheiro. Mesmo assim, daremos o crédito, foi isso que eu estava falando. E aí deformaram completamente a frase, dizendo que a gente não dá dinheiro para os pequenos para não perder.”.

Auxílio emergencial

Guedes confirmou que o auxílio emergencial será estendido por mais três meses, com a perspectiva de arrefecimento da pandemia de covid-19 nesse período. “Estamos contando que este é o quadro: ao longo desses três meses, a pandemia deve retroceder com algum vigor, e nós, então, estaremos fazendo o nosso retorno seguro ao trabalho – a verificar à frente”, disse Guedes.

O ministro acrescentou que, se a curva de contaminação não “descer” nesse período, o governo vai avaliar a necessidade de nova extensão do benefício.

Guedes não detalhou os valores das três parcelas porque o anúncio dessa medida está previsto para esta tarde.

Investimentos

Na audiência, Guedes também afirmou que o governo tem “60, 90 dias” para destravar os investimentos no país.

“Saneamento, cabotagem, setor elétrico, petróleo, gás natural, tudo isso. É nesse sentido que vamos surpreender o mundo daqui a dois, três meses. Quando tivermos já realizado a volta segura ao trabalho, estaremos já disparando nossas ondas de investimento exatamente por esse trabalho de aperfeiçoamento do marco regulatório, do marco institucional brasileiro pelo Congresso. Esta é a nossa agenda de curto prazo: por um lado, o social, com a prorrogação do auxílio emergencial; por outro lado, o destravamento das fronteiras de investimento brasileiro”, afirmou.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
STF marca para setembro audiência pública sobre situação ambiental

STF marca para setembro audiência pública sobre situação ambiental

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para os dias 21 e 22 de setembro uma audiência pública para obter um “relato oficial objeto” sobre as políticas de proteção ambiental em curso no país. Ele é relator de uma ação que alega omissão do governo na área.

Devem ser ouvidos “autoridades, instituições oficiais, organizações da sociedade civil, institutos de pesquisa, entidades de classe e outros atores que possam prestar contribuição relevante para o debate”, escreveu Barroso em despacho publicado ontem (28).

No documento, o ministro fez uma breve descrição de dados sobre a Amazônia, apontando que uma redução observada desde 2004 no desmatamento teria sido revertida a partir de 2013 e piorado “substancialmente” no ano passado, com o “avanço de queimadas, de invasões de terras indígenas e de unidades de conservação em proporções alarmantes”, escreveu Barroso.

“Vale reiterar: a proteção ambiental não constitui uma opção política, mas um dever constitucional”, acrescentou o ministro depois de salientar um possível “estado de coisas inconstitucional” em matéria ambiental.

Barroso também mencionou a pandemia do novo coronavírus (covid-19), que além de representar “gravíssima ameaça às comunidades indígenas, tem servido de pretexto para o afrouxamento da fiscalização”, disse.

Ação

Numa ação protocolada no início do mês no STF, quatro partidos de oposição – PT, Psol, PSB e Rede Sustentabilidade – descrevem o que consideram omissões do governo em matéria ambiental, apontando por exemplo a paralisação do Fundo Clima, cujo comitê gestor estaria inoperante desde o início de 2019.

Segundo os partidos, R$ 543 milhões aprovados no orçamento do fundo deixaram de ser repassados ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o financiamento de iniciativas de combate às mudanças climáticas no âmbito do Fundo Clima, que foi criado em 2009 como parte da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

Outros pontos citados são a extinção de secretarias no Ministério do Meio Ambiente (MMA) e no Ministério das Relações Exteriores (MRE) ligadas à temática ambiental, a transferência do Serviço Florestal Brasileiro para o Ministério da Agricultura e a exoneração de superintendentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

No despacho assinado ontem (28), Barroso disse que aguarda a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre cada um dos pontos levantados.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
Confiança da indústria tem alta recorde em junho, diz FGV

Confiança da indústria tem alta recorde em junho, diz FGV

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 16,2 pontos na passagem de maio para junho deste ano. Essa é a maior alta da pesquisa da FGV, iniciada em janeiro de 2001.

Com a alta, o indicador atingiu 77,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Em maio, a confiança da indústria já havia crescido 3,2 pontos. Apesar disso, as altas de maio e de junho recuperaram apenas metade dos 39,3 pontos perdidos no segundo bimestre do ano (março e abril).

Em junho, todos os 19 segmentos industriais pesquisados tiveram aumento da confiança.

Houve alta de 10,6 pontos da percepção dos empresários em relação ao momento presente (Índice da Situação Atual), que passou para 79,2 pontos. Já a confiança no futuro, o Índice de Expectativas subiu 21,3 pontos e atingiu 76,2 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade instalada aumentou 6,3, pontos percentuais, de 60,3% para 66,6%. Apesar disso, o indicador ainda se encontra 13,2 pontos percentuais abaixo da média de janeiro de 2001 a março de 2020 (79,8%).

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
Covid-19: relatório aponta falta de medicamentos nos estados

Covid-19: relatório aponta falta de medicamentos nos estados

Um relatório do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) mapeou os estoques de medicamentos em unidades de saúde dos estados e apontou situação de desabastecimento de alguns produtos e risco de falta de outros nos próximos dias.

O levantamento teve como foco remédios usados em unidades de terapia intensiva (UTIs), estruturas fundamentais para atendimento a pacientes, especialmente no cenário em que a demanda aumenta com vários leitos sendo ocupados por pacientes que evoluíram para quadros graves de covid-19.

Entre os medicamentos objeto da análise estão sedativos, anestésicos, bloqueadores neuromusculares e substâncias utilizadas na sedação e entubação de pacientes. As unidades verificadas são aquelas listadas nos planos de contingência de cada estado, podendo ser tanto públicas quanto privadas.

O estado de Mato Grosso foi o que apresentou mais itens em falta (13), seguido por Ceará e Maranhão (12), Amapá e Tocantins (11), Rio Grande do Norte (10), Roraima, Amazonas e Bahia (9) e Pernambuco (8). Os estados completamente abastecidos são Alagoas, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Sergipe.

No caso de Mato Grosso, além dos 13 medicamentos indisponíveis nos estoques, nove só serão suficientes para atendimento da demanda prevista para os próximos cinco dias. Em Pernambuco, oito remédios estão em falta e nove devem acabar na semana que vem.

São Paulo, estado que tem a maior população do país e epicentro da pandemia de covid-19, tem apenas um item indisponível, mas há 14 medicamentos cujo estoque deve durar apenas cinco dias.

Perguntados sobre as dificuldades de abastecimento dos estados, representantes do Ministério da Saúde informaram, em entrevista coletiva hoje (27), em Brasília, que vão se pronunciar em nova entrevista no início da próxima semana.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
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