Mega-Sena acumula e próximo concurso pode pagar R$ 45 milhões

Mega-Sena acumula e próximo concurso pode pagar R$ 45 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2312 da Mega-Sena. O prêmio acumulou e a estimativa para o próximo concurso é R$ 45 milhões.

O sorteio foi realizado neste sábado (24), no Espaço Loterias Caixa, localizado no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As dezenas sorteadas foram : 03 - 27 - 39 - 46 - 47 - 60.

A quina teve 43 apostas ganhadoras e cada uma delas vai receber R$ 71.554,38.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Fux afirma que será necessária a judicialização da vacina

Fux afirma que será necessária a judicialização da vacina

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, afirmou que a judicialização da vacina contra a covid-19 “será importante”. Siglas, como PCdoB, Psol, PT, PSB e Cidadania já acionaram a Corte para obrigar o governo a comprar todo e qualquer imunizante em pesquisa que prometa vencer o coronavírus. Durante uma live na sexta-feira 23, Fux admitiu que esperava a chegada de ações no Tribunal sobre o tema. O ministro demonstrou concordar com a necessidade de debate acerca de fundamentos em discussão na sociedade.

“Podem escrever, haverá uma judicialização, que eu acho que é necessária, sobre essa questão da vacinação. Não só a liberdade individual como também os pré-requisitos para se adotar uma vacina. Não estou adiantando ponto de vista nenhum, estou apenas dizendo que essa judicialização será importante”, pontuou o ministro. A discussão chegou à mais alta corte do país depois da queda de braço entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador João Doria, que tenta obrigar o governo federal a financiar a vacina chinesa Coronavac.

FONTE: REVISTA OESTE

Projeto contra supersalários está há 4 anos travado

Projeto contra supersalários está há 4 anos travado

Uma proposta com potencial de gerar economia anual de R$ 2,3 bilhões aos cofres da União. Segundo o deputado federal Rubens Bueno (Cidadania-PR), esse é o valor que sobraria para o Estado em caso de aprovação do projeto de lei (PL) contra os chamados supersalários de funcionários públicos. Entretanto, para que isso ocorra, é necessário que o tema seja aprovado pelo Congresso Nacional. Mas o assunto tramita na Câmara desde 2016. Ou seja: está travado há quatro anos.

Pelo valor destacado, a perspectiva de economia deveria fazer com que o PL fosse rapidamente analisado pelos parlamentares em Brasília. Na prática,  ocorre o contrário, lamenta Bueno, que é relator da iniciativa. Ontem, o deputado paranaense voltou a tornar pública a sua insatisfação sobre o caso. Afirmou que se vê obrigado a cobrar “toda semana que seja colocado em votação o requerimento de urgência” para que a proposta vá finalmente para o plenário, informa Agência Câmara.

As cobranças têm sido em vão há 26 meses. Bueno entregou à comissão especial o relatório favorável ao texto do PL 6726/2016 em agosto de 2018. Desde então, ele e outros deputados tentaram fazer o projeto — chamado de Teto Remuneratório — ser votado. O assunto motivou dois pedidos de inclusão na pauta de votação da Câmara, sendo que o mais recente foi feito no mês passado, pelo deputado José Nelto (Pode-GO). Além disso, foram apresentados à mesa diretora da Casa outros dois pedidos de urgência.

Projeto constitucional

Segundo Bueno, o projeto apenas fortalece o que a Constituição Federal já prevê: corte aos chamados supersalários de funcionários públicos. A versão atual da proposta defende a extinção de benefícios nas esferas municipais, estaduais, distrital e federal em todos os Poderes: Executivo, Judiciário e Legislativo. Em alguns casos, a presença de “penduricalhos” faz com que servidores cheguem a receber mais do que o teto do funcionalismo, que é de R$ 39.293 (salário de ministro do STF).

“Ninguém pode ganhar mais no serviço público do que o ministro do Supremo”

“Não é possível que a Constituição brasileira diga com todas as letras que ninguém pode ganhar mais no serviço público do que o ministro do Supremo Tribunal Federal e nós vemos milhares usando um espaço que deveria ser da sociedade em termos de recurso”, ressalta Rubens Bueno. Entre os “penduricalhos” a serem extintos estão o auxílio-moradia, vendas de férias [por magistrados e membros do Ministério Público] e salários extras a autoridades que participem de conselhos de empresas estatais.

De onde vem os bilhões? A projeção de economia anual de R$ 2,3 bilhões foi feita em 2016 pela Consultoria de Orçamento da Câmara, avisa o Cidadania em seu site oficial. A conta, aliás, só mapeou dois itens: – R$ 1,16 bilhão com o fim do auxílio-moradia e – R$ 1,15 bilhão com a proibição de venda de dias de férias.

Lobby de magistrados e procuradores

Por fim, o deputado Rubens Bueno reclama, à Agência Câmara, da diferença salarial que ocorre entre servidores. “No serviço público brasileiro, tem muita gente ganhando pouco, e tem pouca gente ganhando muito, mas muito. Que passa de R$ 100 mil, R$ 200 mil. Isso é uma vergonha, é um escárnio”, enfatiza o parlamentar, que acusa: há integrantes do Poder Judiciário e de divisões do Ministério Público que atuam nos bastidores para que o projeto não avance no Congresso.

“Gente da elite do Judiciário e do Ministério Público zombando do povo”

“Você ver essa gente da elite do Judiciário e do Ministério Público zombando do povo brasileiro. É dinheiro público que poderia estar em outro lugar fazendo um efeito muito maior do ponto de vista social”, diz o parlamentar. “Não podemos de forma alguma criminalizar, demonizar o servidor público, mas nós temos de ir pontualmente onde existe o privilégio e o abuso, enfrentar e acabar.”

FONTE: REVISTA OESTE

 
Marcos Pontes participa de evento sobre pesquisa da nitazoxanida

Marcos Pontes participa de evento sobre pesquisa da nitazoxanida

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, apresentou hoje (24), na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o primeiro resultado positivo do estudo clínico com a nitazoxanida para o tratamento da covid-19. 

Coordenado pela pneumologista e professora da UFRJ Patrícia Rocco, o estudo teve publicação científica prévia apresentada no auditório da universidade, com a presença de Marcos Pontes e do secretário de Pesquisa e Formação Científica, Marcelo Morales.

O ministro afirmou que o medicamento é uma ferramenta no enfrentamento da covid-19. De acordo com Marcos Pontes, o estudo tem uma importância gigantesca, já que conseguiu demonstrar que a nitazoxanida reduz a carga viral. “Depois do final do tratamento de 5 dias, nos próximos sete dias após a medicação, tem pacientes que têm a carga viral negativada.”

O ministro disse ainda que a nitazoxanida “é ferramenta que a ciência oferece para os médicos e isso é importante para o Brasil e para o mundo”. “É uma ferramenta que vai nos ajudar não só para a saída da pandemia, como para no futuro, transformar o coronavírus em algo completamente tratável. Esse é só começo”, avaliou. 

A nitazoxanida é um vermífugo utilizado no Brasil para o tratamento do rotavírus e foi testada para a covid-19 em 475 pacientes sintomáticos do 1º ao 3º dia de sintomas. Durante os testes, 78% deles deixaram de apresentar sintomas após 5 dias seguidos de uso do medicamento.

Segundo o ministro, outros países já demonstraram interesse no estudo, o que, para ele, é um grande passo da ciência brasileira no combate à covid-19.

A professora Patrícia Rocco admitiu que o medicamento não é a “bala de prata” para a cura da doença, mas defendeu que o estudo foi bem desenhado para o redirecionamento do uso da droga para a covid-19.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Pix poderá ser usado para recolhimento do FGTS

Pix poderá ser usado para recolhimento do FGTS

O Banco Central (BC) anunciou hoje (22) que o Pix, novo sistema de pagamento instantâneo, poderá ser usado para o recolhimento de contribuições ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Na abertura da 11ª reunião plenária do Fórum Pix, transmitida hoje pela internet, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello, informou que foi feito um acordo de cooperação técnica com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho para permitir o recolhimento do FGTS. “Esse acordo com a secretaria tem como objetivo viabilizar o Pix como uma opção para o recolhimento de contribuições ao FGTS e da contribuição social a partir do lançamento do FGTS Digital, previsto para janeiro de 2021”, disse o diretor.

O sistema FGTS Digital será uma plataforma que vai centralizar a arrecadação, apuração, lançamento e cobrança. Segundo o Ministério da Economia, a expectativa é que a nova plataforma permita o acompanhamento virtual das contribuições pelas empresas, por meio do sistema digital de informações trabalhistas e previdenciárias em desenvolvimento pelo governo federal.

Segundo o diretor, essa possibilidade traz competição ao sistema financeiro, ao permitir que qualquer instituição participante do Pix possa efetivar o pagamento do FGTS ou da contribuição social, sem a necessidade de estabelecimento de convênios bilaterais.

De acordo com o chefe da Divisão de Fiscalização do FGTS da Subsecretaria da Inspeção do Trabalho, Audifax Franca Filho, o pagamento pelo Pix vai reduzir os custos para as empresas, que em 2019, emitiram 70 milhões de guias de recolhimento. “É certo, oportuno e um dos alvos do nosso projeto de impacto na redução de custo. Os custos estariam diretamente associados, em princípio, às tarifas de arrecadação”, disse.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
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