Itens filtrados por data: Sexta, 02 Agosto 2019

Nesta sexta-feira (2/8) aconteceu, no Teatro Alberto Martins, a abertura e coletiva de imprensa da 11ª edição do Camaçari Open de Capoeira, que tem como tema “Mestre Canjiquinha, a alegria da capoeira”. Essa foi uma possibilidade de apresentar e mostrar o trabalho de mestres de capoeira, de diversos estados, que estão participando do evento.

A organização é do Mestre Grandão, que fez a apresentação do evento e dos convidados. “Esta é uma forma de valorizar essas pessoas que vem de tão longe para nosso evento. Estamos na 11ª edição e muitos nomes importantíssimos da capoeira estiveram em Camaçari. A capoeira é Patrimônio Cultural e Imaterial da Humanidade, está em mais de 160 países e é a maior divulgadora da língua portuguesa no mundo”.

O secretário de Esporte, Lazer e Juventude, Sessé Abreu, destacou a importância e riqueza da capoeira e falou diretamente aos mestres presentes. “Queria dizer que vocês nos representam. É muito difícil fazer um quantitativo do que vocês fazem para que muito jovens não sejam ceifados”.

O trabalho social da capoeira e dos mestres foi reforçado pelo mestre Tonho Matéria. “A cidade de Camaçari ganha muito com esse evento, já ganha com a capoeira, porque é um dos maiores instrumentos de sociabilidade. Se não tivéssemos a capoeira nas comunidades, o que seria do Brasil?”. Fato que também foi destaque na fala do contramestre Secão, que realiza um trabalho na Polônia. “A capoeira me salvou!”, afirmou ao lembrar que era da comunidade e que os amigos de infância já foram mortos pelo crime.

 

O subsecretário da Cultura, Luciel Neto, pontuou os investimentos que a gestão municipal está fazendo na arte. “Saímos de um edital premiando os quinze mestres de capoeira, onde cada um recebeu uma quantia de R$ 10 mil. Estamos começando agora, ainda este mês, a distribuição de kits de capoeira, que é composto por atabaque, pandeiro, berimbau, calça e camisa, para grupos locais”.

A importância de Washington Bruno da Silva, o Mestre Canjiquinha, foi lembrada durante todo o evento. A escolha foi motivada “por todo seu trabalho inovador, criativo e revolucionário, que influenciou toda a capoeira e marcou o seu nome por toda eternidade”, segundo o texto de abertura do evento. Ele é o tema de todos os eventos do ano da Associação de Capoeira Engenho (ACE), que acontecem em cidades como Rio de Janeiro e Ceará, no Brasil, Viena e Milão, no exterior.

Participaram ainda do evento o secretário de Saúde, Elias Natan, o grão mestre Baiano, os mestres Balão, Odilon, Geni, Sabará, Chumbinho e Chaminé, do Rio de Janeiro, Severo, de Fortaleza, e Pezão, do Piauí.

O evento começou na noite da última quinta-feira (1º/8), no Centro de Treinamento (CT) Engenho, em Vila de Abrantes. Foi realizada uma palestra com tema Capoeira, emprego e renda – Enfrentamento das questões raciais no mercado de trabalho, com os facilitadores Mestre Tonho Matéria, a assistente social, Andreia Dias Macedo, e a advogada, Cristiane Mattos. Na noite desta sexta-feira ainda será realizado um Baile de Gala, às 19h, também na sede do grupo.

As atividades seguem até o domingo (4/8) com festival infantil, dinâmicas, batizados e troca de graduações, além de workshops, roda, formatura, homenagens e show folclórico. O Camaçari Open de Capoeira é realizado pela ACE, e conta com apoio da Prefeitura de Camaçari, por meio das secretarias de Esporte, Lazer e Juventude (Sejuv) e da Cultura (Secult), e de diversas empresas.

Programação

Dia 3/8 (Sábado)

9h – Festival Infantil de Capoeira, dinâmicas, batizado e troca de graduações – Local: CT Engenho

14h – Workshops com alguns dos maiores nomes da capoeira mundial – Local: CT Engenho

19h – Roda, batizado e troca de graduações – Local: CT Engenho

 

Dia 4/8 (Domingo)

9h – Formatura, batizado, troca de graduações, homenagens e show folclórico – Local: Teatro Cidade do Saber

14h30 – Almoço e roda de Encerramento – Local: CT Engenho

Publicado em Camaçari

A comunidade escolar do Centro Educacional Paulo Freire, localizado no bairro Nova Vitória, celebrou nesta sexta-feira (2/8), juntamente com o prefeito Elinaldo Araújo, a entrega dos serviços de melhorias da unidade, que foi completamente requalificada para oferecer um espaço mais seguro e estruturado aos alunos, gestores, profissionais da educação e demais pessoas que usufruem da escola.

Foi uma tarde marcante para todos, com direito a apresentações artísticas, realizadas pelos alunos, de coral e de violino, oração e mensagem de agradecimento, além de declamação de poesias. Em seu discurso, o prefeito destacou que, desde que foi tomada a decisão de recuperar toda a rede municipal de ensino, a Prefeitura de Camaçari, por intermédio da Secretaria da Educação (Seduc), já conseguiu requalificar 80% das escolas.

“Educação não é benefício, é direito. A nossa meta é, até o fim deste ano, requalificar 100% das escolas. Temos que investir em uma educação pública gratuita e de qualidade e, sobretudo, tornar as escolas um lugar acolhedor e que dê ainda mais dignidade aos profissionais da educação e incentivo em estudar às nossas crianças, adolescentes e jovens”, ressaltou o chefe do Executivo, que aproveitou para anunciar que a quadra poliesportiva coberta da unidade está aberta ao uso da população.

Conforme a secretária da Educação, Neurilene Martins, uma escola é um patrimônio público pertencente a toda comunidade e deve ser preservada como tal. “As intervenções realizadas nas unidades escolares de Camaçari refletem o compromisso da gestão do município em oferecer um ensino de qualidade, com espaços escolares pensados e cuidados como lugares educativos, para que a comunidade escolar sinta prazer de retornar todos os dias”, reforçou.

Na oportunidade, a titular da pasta, apresentou metas, prestou contas e, ainda, anunciou o início do projeto de tecnologia na escola, realizado pela plataforma digital Google for Education, que tem o intuito de informatizar o processo de formação dos alunos da rede municipal de ensino.

A diretora do Centro Educacional Paulo Freire, Leonice Maria Sena, falou da felicidade em ver a unidade totalmente requalificada. “Essa não é só uma obra de melhorias. É também uma obra que demonstra o respeito e a sensibilidade da Prefeitura nos investimentos que visam melhorar e elevar a qualidade da educação em Camaçari”, salientou.

O Centro Educacional Paulo Freire funciona nos turnos matutino e vespertino. Com um total de 434 alunos, a unidade de ensino oferta aulas para o Fundamental I e II. A estrutura física da escola conta com 12 salas de aula, biblioteca, auditório, cantina, refeitório, quadra poliesportiva coberta, arquivos, pátio coberto, área de convivência, banheiros, guarita, além das salas de informática, do grêmio, de professores, de coordenação, da secretaria e da direção.

Requalificação – Dentre as intervenções realizadas no Centro Educacional Paulo Freire pode-se citar: no prédio principal (pintura em todos os ambientes, revisão de telhado com correção de pontos de chumbamento e fixação do mesmo e limpeza das calhas de drenagem); na guarita (pintura geral, substituição das telhas); nos banheiros masculinos e femininos (colocação de piso cerâmico e substituição de vasos sanitários); no ginásio com quadra poliesportiva (pintura geral, colocação de tela nova no alambrado e rede de proteção superior, instalação de telhas novas, limpeza das calhas de drenagem e das cerâmicas dos vestiários e depósito).

Ainda foram realizadas revisão de grades da fachada principal e do piso de alta resistência existente no hall de entrada; polimento de piso de alta resistência existente em todos os ambientes; substituição do piso cerâmico do arquivo; instalação de novos bebedouros; substituição de lâmpadas queimadas por novas; e desentupimento de tubulações de esgoto dos banheiros.

Ainda estiveram presente na cerimônia autoridades municipais dos poderes Executivo e Legislativo.

Publicado em Camaçari

O jurista Modesto Carvalhosa disse que pretende pedir o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, após a decisão que prorrogou o chamado “inquérito de Toffoli” e suspendeu investigações da Receita Federal e outros órgãos.

Segundo Carvalhosa, “O Supremo Tribunal Federal com essas “medidas” escabrosas deixa de ser um poder legítimo da República para se tornar um refúgio de seus próprios integrantes “garantistas” quanto às suas notórias práticas ilegais e ilícitas”.

Texto de Modesto Carvalhosa

O Supremo rasga a Constituição já no primeiro dia após o recesso

A decepção e o espanto tomam conta da Cidadania diante das condutas dos ministros “garantistas da impunidade” que dominam o Supremo Tribunal Federal.

Agora, despudoradamente, prorrogaram por 180 dias a vigência da investigação ilegal e infame número 69 da dupla sinistra Toffoli-Alexandre de Moraes.

Não contentes de censurar a imprensa e de invadir domicílios, determinam a “suspensão imediata de todos os procedimentos investigatórios instaurados pela Receita Federal ou em outros órgãos, em relação a 133 contribuintes”. Ocorre que esses contribuintes estão ligados diretamente a movimentações financeiras relacionadas com os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli e seus familiares.

E vai mais longe. O ministro Alexandre de Moraes, que usa a sua toga para proteger os seus colegas “garantistas”, determinou o afastamento temporário dos auditores federais que promovem essas investigações para enquadrá-los – pasmem! – na prática de improbidade administrativa, ainda instaurando contra eles processo criminal em razão de suas investigações administrativas.

Não se tem notícia de tanta arbitrariedade e truculência no acobertamento de ilícitos já levantados pela Receita. O Supremo Tribunal Federal com essas “medidas” escabrosas deixa de ser um poder legítimo da República para se tornar um refúgio de seus próprios integrantes “garantistas” quanto às suas notórias práticas ilegais e ilícitas.

A decisão de Alexandre de Moraes infringe os sagrados princípios da moralidade, da legalidade, da impessoalidade e da publicidade garantidos no art. 37 da Constituição. A Cidadania está sendo humilhada por essa sórdida transformação que vem ocorrendo no STF.

Será imediatamente protocolado um pedido de impeachment também contra o ministro Alexandre de Moraes, na certeza de que um dia serão todos os “garantistas da impunidade” excluídos daquela Corte totalmente deslegitimada e desmoralizada perante o povo brasileiro. Vamos continuar mobilizados contra mais essa barbaridade que fere o estado democrático de direito.

Publicado em Brasil

O governo do presidente Jair Bolsonaro tem trabalhado para desmentir dados sobre o desmatamento da Amazônia. Em julho deste ano, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe,  divulgou dados que demonstravam que o desmatamento na parte brasileira da floresta amazônica, cresceu mais de 88% em junho, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Conforme os dados, o desmatamento na Amazônia teria totalizado 920 quilômetros quadrados.

O governo questiona a precisão das imagens coletadas pelos satélites. Por causa das nuvens, elas seriam apenas estimativas.  Para o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, “o Brasil continua sendo exemplo de conservação, e nenhuma medida concreta foi tomada pelo governo contra a preservação”, disse à BBC Brasil, em junho. Segundo Salles, os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais são “genéricos”.

Já o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno afirmou que “esses índices de desmatamento são manipulados. Se você somar os porcentuais que já anunciaram até hoje de desmatamento na Amazônia, a Amazônia já seria um deserto”. 

Em entrevista ao Boletim da Noite, programa do Terça Livre, o deputado estadual Frederico D’avila (PSL-SP), que é produtor rural e tem como principal norte de seu mandato a defesa da causa agrícola, explicou que a porção que a agropecuária usa do território brasileiro é ínfima perto da porção preservada, que é 67,7% do território original nacional. 

“É inviável economicamente, um agricultor ou pecuarista derrubar mato de proporções amazônicas, para plantar soja ou criar boi. O custo de abertura de uma área desta, é absurdamente alto, tanto que, na época da colonização da região amazônica e do centro-oeste, a premissa básica era você abrir a área, porque era muito caro. Ninguém vai sair do Sul ou do Sudeste, pra ir pro Norte, pra abrir área de mata pesada para criar gado ou plantar soja, porque para se pagar, demoraria entre 25 e 28 anos”. 

Agrotóxico 

O deputado também falou sobre o uso de defensivos agrícolas, os populares “agrotóxicos”, que colocam o produtor rural como o vilão da alimentação dos brasileiros. 

A recente polêmica quanto à relação de glifosato com o câncer, fez com que a empresa Monsanto, da gigante Bayer,  fosse condenada em três processos nos EUA. Os pedidos de indenização somam US$ 172 mil (R$ 653 milhões).

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D’avila explica que o sal de glifosato, nada mais é que um sal à base de sódio ou de potássio.

“O potássio e o sódio são elementos que existem na natureza, assim como nós consumimos todo dia nos nossos alimentos o cloreto de sódio, que é o sal de cozinha”, disse. “Nada diferente do sal de cozinha é o sal de potássio e o sal de sódio, que é o famoso glifosato. Ele não se transloca para os frutos. Só anda no tecido folicular das plantas e nas raízes. Mesmo que entrasse, seria uma apenas dose elevada de potássio ou de sódio”, explica ainda.

O parlamentar conta que existiram sim agrotóxicos, mas na década de 50 a 60 e até em meados de 70, que eram produtos principalmente inseticidas e matavam todo tipo de inseto. 

“O que acontece hoje: você tem os defensivos agrícolas, que nada mais são que moléculas específicas para determinadas pragas, ou seja, elas selecionam, dentro do universo de fauna de insetos, aquele inseto que é preciso ser combatido. Foi descoberto ao longo do tempo pela ciência, que existem inimigos naturais na natureza que contribuem para acabar com certas pragas”. 

Ele continua: “As mesmas moléculas que são utilizadas na Europa, nos Eua, Japão, Holanda, Austrália, África do Sul, enfim, são as moléculas que nós usamos aqui no Brasil, fabricadas pelas empresas de defensivos. Essa história de que foi “banido” é tudo conversa, são produtos que caíram em desuso justamente porque viraram produtos atrasados”.

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Frederico D’avila sustenta que o sistema ambiental brasileiro veio “desmontado” desde a concepção do Ministério do Meio Ambiente. 

“[O ministério] Foi aparelhado por socialistas ideólogos, desde sua concepção em 1992. Nós nunca tivemos um ministro do Meio Ambiente que não estivesse alinhado com as pautas internacionais esquerdistas que querem manter o povo brasileiro na miséria, na pobreza, sob o manto da defesa do meio ambiente”, salientou. “O ministro vem se mostrando, além de corajoso, muito correto e perspicaz no sentido de mostrar que essas pessoas estão fabricando uma mentira que nós paramos de engolir enquanto nação”, conclui. 

 

Por Terça Livre

Publicado em Política

Acusado de realizar nove estupros em Feira de Santana, Valter Ferreira da Silva, de 27 anos, sofreu tentativa de lichamento por populares e preso por policiais, na sexta-feira (2), no conjunto Feira VI, em Feira de Santana, a 116 km de Salvador.

Segundo a polícia, ele foi pego por populares quando tentava praticar outro estupro. Policias militares realizavam rondas pelo Conjunto Feira VI, quando foram acionados para uma ocorrência que populares relataram que um indivíduo tentou estuprar uma pessoa. Ao chegar ao local do chamado, verificaram que o homem se tratava de Valter, conhecido por denúncias de estupros, e a população estava prestes a linchá-lo.

O acusado foi encaminhado Delegacia Territorial de Feira de Santana, onde prestou depoimento.

De acordo com a delegada titular, Maria Célia Vasconcelos, Valter Ferreira já era suspeito de seis inquéritos por estupro, pela mesma forma de agir do acusado. Ele estava com o mandado de prisão preventiva decretado.

Segundo o Site Acorda Cidade, depois da divulgação das imagens de câmeras de segurança, na quais, uma vítima foi atacada enquanto se deslocava, para o trabalho, outras denúncias contra Valter começaram a surgir e mais três mulheres procuram a delegacia.  

O acusado prescisou ser levado pelos policiais para receber atendimento em uma policlínica, após o depoimento, ele foi encaminhado para o Conjunto Penal de Feira de Santana. 

Publicado em Bahia

Policiais militares fizeram uma abordagem a militantes do PSOL no encontro estadual de mulheres do partido na manhã deste sábado (3), em São Paulo.

Segundo os dirigentes da legenda, dois policiais pediram documentos dos responsáveis pelo evento e tiveram uma conduta intimidatória ao falar com os militantes.

Os policiais militares chegaram em um carro da PM à plenária realizada no Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), na região central de São Paulo, por volta das 9h.

De acordo com os dirigentes do PSOL, os policiais foram ao hall de entrada do sindicato e pediram os nomes e RGs dos responsáveis pelo encontro.

“Como sabemos que não há exigência legal para que a gente se reporte à Polícia Militar em um evento de caráter privado, e inclusive eles não poderiam entrar no sindicato, nós dissemos que não iríamos entregar os documentos e queríamos entender o que eles estavam vindo fazer”, disse à Folha a secretária de finanças da Executiva Nacional do PSOL, Mariana Riscali.

Os policiais responderam que se tratava de uma ação de rotina de segurança. Riscali relata que passou a explicar sobre o encontro de mulheres, mas foi interrompida pela policial.

“Ela [policial militar] disse: ‘Você não precisa me explicar o que está acontecendo aqui. Eu já sei o que está acontecendo, sei quantas pessoas estão confirmadas, sei da programação, sei de tudo. O que nós queremos é o nome e o RG dos responsáveis pelo evento."

Para a secretária do PSOL, essa afirmação da policial configurou uma intimidação.

“Isso deixou bastante claro que eles vieram para cá em uma ação deliberada de tentar invadir e intimidar as mulheres do PSOL. Como sabemos, o PSOL está na linha de frente da oposição tanto ao governo Doria [PSDB] como ao governo Bolsonaro [PSL], então vieram nessa tentativa de intimidação”, disse.

Riscali afirmou que uma militante do partido advogada conversou com os policiais e eles deixaram o local sem que os dirigentes tivessem exibido seus documentos.

Porém, antes de irem embora, os policiais disseram que iriam voltar ao local no período da tarde, com o comandante deles, de acordo com Riscali.

Os policiais exibiam identificação em seus uniformes. Quando os dirigentes começaram a tirar fotos deles e do carro da PM, a policial tornou-se agressiva e começou a gritar dizendo que as fotos não poderiam ser feitas, segundo a secretária de finanças da legenda.

O presidente do PSOL, Juliano Medeiros, disse que o partido vai pedir uma apuração à administração estadual e à Promotoria paulista.

“Esse episódio é muito grave e o PSOL vai cobrar explicações das autoridades do Governo do Estado de São Paulo. Vamos procurar os responsáveis pela Segurança Pública e também provocar, através de uma representação, o Ministério Público, para que ele averigue a prática da Polícia Militar neste episódio”.

Em nota, a assessoria da Polícia Militar afirmou que os policiais militares estavam em patrulhamento e fizeram a abordagem para indagar se seriam realizados atos nas ruas, além da plenária.

A Folha questionou sobre o pedido de apresentação de documentos aos responsáveis pelo encontro, conforme relatado pelos dirigentes do PSOL, mas a assessoria da PM não respondeu a essa pergunta.

“A Polícia Militar esclarece que os patrulheiros, que faziam o policiamento na região, foram ao local para verificar concentração de pessoas que se iniciava. Ao tomar ciência de que eram cidadãos ligados a partido político e em reunião para realização de plenária, questionaram se as pessoas, após as discussões, iriam sair em ato democrático, que pudessem tomar vias públicas”, segundo a nota.

“Tudo visando às providências da Polícia Militar para a segurança do evento. Como os presentes disseram que o evento se consistia em reunião interna, os patrulheiros deixaram o local”, completou a assessoria.

Esta é a segunda vez em menos de duas semanas que policiais interrompem reuniões de grupos de oposição ao governo.

No dia 23 de julho, três agentes da Polícia Rodoviária Federal entraram na sede do Sinteam (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas), em Manaus. No local ocorria uma reunião de movimentos sociais que organizavam um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), que iria visitar a cidade no dia seguinte.

Os policiais portavam armas, afirmaram agir por ordem do Exército e fizeram perguntas sobre os líderes da manifestação e as organizações envolvidas na iniciativa, segundo relatos de presentes.
Questionado, o Comando Militar da Amazônia (CMA) afirmou em nota que não tinha conhecimento da reunião e que não deu qualquer ordem relativa ao encontro.

O Ministério Público Federal instaurou investigação para apurar o caso. Procurados pela reportagem na época, o Ministério da Justiça e a Polícia Rodoviária Federal não comentaram o caso.

Publicado em Política

Uma quadrilha formada por bandidos fortemente armados explodiu um carro-forte da empresa Prosegur, no final da manhã desta sexta-feira (2), na BR-324, trecho de Jacobina, no Centro Norte da Bahia. Informações preliminares apontam que os criminosos interceptaram o veículo de valores e usaram explosivos na investida.

Houve troca de tiros, mas não há registro de feridos. Imagens registradas por populares logo após o ataque mostram as condições do carro-forte. Malotes teriam sido levados pelos criminosos.

Conforme relatado, os criminsos estavam a bordo de um Ford/Ecosport e fugiram em direção a Capim Grosso. Equipes da polícia realizam buscas pela região, segundo informações do site Jacobina Notícias.

Publicado em Bahia

Segundo a relatora das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, o presidente Jair Bolsonaro é o responsável direto pela invasão à tribo indígena waiãpi no Amapá e pelo posterior assassinato de seu líder.

“Quando Bolsonaro estimula a exploração econômica das terras indígenas em seu discurso, na prática outorga um passe livre aos interesses econômicos e políticos que querem explorá-las”, declarou a relatora em entrevista, segundo a Agência Efe.

A morte do cacique Emyra Waiãpi aconteceu no último dia 23 de julho.

Publicado em Brasil

Policias Civis prenderam Rodrigo Jesus França, 25 anos e Juliana Mayara Brito da Silva, de 20 anos, acusados de torturar e matar M. R. R. de J., 6 anos, na sexta-feira (2),no Rio de Janeiro. A dupla é pai e madrasta da vítima. 

A criança foi levada ao hospital, mas chegou morta. As graves lesões chamaram a atenção dos médicos, que acionaram a polícia.

O pai admitiu que deixava a criança amarrada em casa. Ele pediu para ser preso com medo de ser linchado por cerca de 15 pessoas que o aguardavam no lado de fora da unidade de saúde.

Já a madrasta Juliana Mayara Brito da Silva, negou ter batido na menina, mas foi presa em flagrante por omissão.

De acordo com a Polícia Civil, a menina teve diversas lesões constatadas por peritos, como a falta de um pedaço da orelha, além de ferimentos no tornozelo e nas mãos, indícios de estupro e que ela era amarrada e chicoteada há algum tempo. Os policiais também descobriram que o pai tirou a criança da escola para que outras pessoas não percebessem as agressões.

Segundo o G1 Rio, durante depoimento, para delegada Cristiane Carvalho, o pai confessou o crime, e afirmou que a menina foi estuprada e que deixava a criança amarrada para não ter contato com os outros filhos do casal. 

Os acusados vão responder pelo crime de homicídio qualificado pela tortura, pela morte da criança, que era vítima de maus tratos.

Publicado em Brasil

Uma mulher destruiu o carro do companheiro e o agrediu com golpes de enxada após ele afirmar que não queria continuar com o relacionamento, em Bertioga, no litoral de São Paulo. Segundo o G1, as informações foram divulgadas pela polícia na manhã desta sexta-feira (2).

Ainda de acordo com a publicação, as agressões ocorreram na casa em que moram. Edmar Medina Delmondes conheceu a companheira há três anos. Ele contou que pediu para a mulher sair da casa, que é da firma em que ele trabalha, porque não queria seguir com o relacionamento. 

O homem contou que a ela tentou furá-lo com umas flechas que tinha em casa e deu tapas em seu rosto. A mulher também quebrou os vidros do carro com um pedaço de madeira e arremessando telhas.

Ao tentar contê-la, Edmar disse que foi ferido na mãe e pulso com golpes de enxada e, em seguida, ela ameaçou jogar água fervente enquanto ele estivesse dormindo.

A Polícia Civil afirmou que foram solicitados exames junto ao Instituto de Criminalística (IC) e Instituto Médico Legal (IML), e o caso foi registrado como dano, lesão corporal e ameaça na Delegacia Sede de Bertioga, já que a mulher teria ligado para a mãe do rapaz e mandado "encomendar o caixão" afirmando que iria lhe matar.

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