Itens filtrados por data: Domingo, 07 Abril 2019

Nesta segunda-feira (8/4), o presidente da República, Jair Bolsonaro, comunicou através da conta dele no Twitter a indicação do professor Abraham Weintraub ao cargo de ministro da Educação. Segundo o presidente, Abraham possui ampla experiência e conhecimento necessário para a pasta.

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Nesta terça-feira (9/4), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, irá a Câmara dos Deputados participar de uma reunião com o grupo de trabalho responsável pela análise do pacote anticrime.

O grupo coordenado pela deputada Margarete Coelho (PP/PI) espera ouvir as ideias do ministro e propor sugestões sobre o pacote.

O colegiado também examina uma proposta (PL 10372/2018) elaborada por uma comissão de juristas coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que propõe aperfeiçoar o combate ao crime organizado, tráfico de drogas e armas, milícia privada, crimes cometidos com violência ou grave ameaça e hediondos.

Conforme texto, o combate ao crime organizado exige racionalidade instrumental e priorização de recursos financeiros e humanos direcionados diretamente para a persecução da macro criminalidade.

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O ministro da Cidadania, Osmar Terra, apresenta propostas do ministério à Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (10/4), em Brasília.

Osmar Terra defende a expansão da licença-maternidade para um ano e a regulamentação definitiva das comunidades terapêuticas no Brasil.

Os países nórdicos, que são os mais desenvolvidos do mundo na educação, por exemplo, tem licença-maternidade de um ano. O mundo empresarial tem que colaborar também, a licença-maternidade é uma pauta muito relevante”, informou.

Essas comunidades são instituições privadas, sem fins lucrativos, que prestam serviços de acolhimento de pessoas com transtornos por causa do uso, abuso ou dependência de substâncias psicoativas.

Isso só foi possível pelo trabalho da Confederação de Comunidades Terapêuticas e pelo fato de o governo Bolsonaro estar decidido a enfrentar a questão das drogas”, afirmou.

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Domingo, 07 Abril 2019 21:00

Infraero pode ser dividida

Relatório apresentado pelo senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), sobre a Medida Provisória (MP 866/18) assinada pelo ex-presidente Michel Temer, que divide a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para autorizar a criação da empresa pública NAV Brasil Serviços de Navegação Aérea (MP 866/18), será votado nesta terça-feira (9/4), no Senado, pela comissão que analisa a medida.

A empresa será pública, terá patrimônio próprio e será vinculada ao Ministério da Defesa, por meio do Comando da Aeronáutica.

Art. 3º Com a cisão parcial da INFRAERO, haverá a versão para a NAV Brasil dos elementos ativos e passivos relacionados com a prestação de serviços de navegação aérea, incluídos os empregados, o acervo técnico, o acervo bibliográfico e o acervo documental.

Art. 4º A NAV Brasil terá sede e foro no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, e prazo de duração indeterminado, e poderá estabelecer escritórios, dependências e filiais em outras unidades federativas e no exterior.“, consta no texto.

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Projeto que torna obrigatório o fracionamento de medicamentos, a fim de assegurar a venda na quantidade prescrita, pode ser votado nesta terça-feira (9/4), no Senado, pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC).

A proposta da senadora Rose de Freitas (PODE-ES), foi apresentada em 2017. Segundo ela, os benefícios na compra de medicamentos fracionados são que o consumidor adquire apenas a quantidade que precisa e evita os riscos de intoxicação pelo consumo das sobras de medicamentos estocados em casa

Se aprovado na CTFC, o projeto seguirá para a análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

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Nesta quinta-feira (4/4), a InfoMoney, maior site especializado em investimentos pessoais e educação financeira do Brasil, informou em matéria publicada no site, que a Venezuela e Cuba têm R$ 2,3 bilhões em atraso com BNDES.

Esses financiamentos impulsionados pelos governos petistas terão que ser pagos pelo governo brasileiro, caso os países não paguem.

O risco de levar calote levou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a registrar perdas de R$ 4,4 bilhões no balanço de 2018.

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Domingo, 07 Abril 2019 21:00

Podem tirar o cavalinho da chuva

O que ainda não fez Jair Bolsonaro em apoio à Reforma da Previdência? Sem falhar um dia sequer, os jornais, telejornais, programas de rádio e os opinadores da extrema-imprensa em todos os meios de comunicação social repetem que Bolsonaro não apóia a Reforma da Previdência como deveria. Mas não verbalizam aquilo que faltaria Bolsonaro fazer. No máximo verbalizam que o Presidente da República deveria fazer um carinho aos deputados e senadores, deixando ao público a interpretação do que seja carinho.

No entendimento do establishment falta a Bolsonaro sucumbir ao jogo político que, governo após governo, é jogado nesta terra descoberta por Cabral. Para jornalistas, opinadores, grandes corporações, artistas, velhos políticos, rentistas e todos os donos do poder, Bolsonaro deve comprar a Reforma de um jeito ou de outro.

Vejam que maravilha de cenário os inimigos exigem que o Presidente construa: fazendo o velho jogo do Parlamento, Jair Bolsonaro aprova a reforma que interessa a todos os brasileiros – inclusive aos seus inimigos – e se envolve na velha armadilha política dos donos do poder. Ao comer farelo junto aos porcos, Bolsonaro passa a estar nas mãos daqueles que alimentam um sistema que prometeu aos seus eleitores combater. Cometendo o crime de compra de apoio e votos, torna-se um joguete na mão do inimigo.

Não se iludam, brasileiros. Não há nada mais que Bolsonaro possa fazer. Ele já prestou a suprema deferência ao projeto ao leva-lo pessoalmente ao Congresso Nacional. Agora, o destino do Brasil está nas mãos dos senhores deputados e senadores.

Quanto aos velhos donos do poder, o recado é bem objetivo: podem tirar o cavalinho da chuva. Bolsonaro vai cumprir o mandato nos termos da lei e da Constituição, sem atropelar os protocolos institucionais, ainda que os demais atores da institucionalidade não cumpram seus deveres.

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O ator e humorista canadense, Jim Carrey, publicou no dia 30 de março, na conta dele do Twitter, uma ilustração da morte do ditador fascista, Mussolini, em 1945, com uma crítica ao regime. A arte é do próprio Jim e despertou a fúria da neta do defunto totalitário, Alessandra Mussolini.

Se você está se perguntando aonde se chega com o fascismo, apenas pergunte a Benito Mussolini e sua amante, Claretta“, twittou o ator.

Alessandra que também é política e atualmente membro do Parlamento Europeu, respondeu: “Você é um desgraçado.

Como todo bom humorista, Jim não deixou barato e ironizou: “É um pouco surpreendente e um pouco desconcertante sobre o futuro de lá. Mas, sabe, acho que, se ela quiser enxergar de uma forma diferente, como ela está fazendo em relação a todos, ela sempre pode virar o desenho de cabeça para baixo. Vai parecer que o seu avô está pulando de felicidade.

Na discussão gerada, a Mussolina questionou questionou por que Jim Carrey não fazia ilustrações também sobre as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, a ativista Rosa Parks, o genocídio de povos indígenas e a escravidão de povos negros.

No entanto, Jim Carrey nasceu em Newmarket, cidade da província de Ontário, no Canadá, e isto resultou num aumento da zoeira com a neta do similar de Stalin gigantesco. Alessandra viu-se em papos de aranha, virou meme e os caraio. E a zoeira só aumenta.

A treta no Twitter rendeu 121 mil curtidas para o eterno Ace Ventura e menos de 18 mil para a neta do assassino.

Opinião

É claro que todo totalitário tem que ser escarnecido e ridicularizado publicamente: Mussolini, Hitler, Mao, Stalin, Castro, Pol Pot, sobretudo os mais atuais, Maduro e Kim Jong-un. O que me salta aos olhos é que SEMPRE aparece alguém disposto a defende-los, e não somente as pessoas deles, mas os ideais mais apodrecidos da lata de lixo da história que se possa imaginar.

A esquerda brasileira foi bater continência, prestar apoio e solidariedade ao Maduro. Parte da mesma esquerda manifestou-se apoiadora do regime norte-coreano.

Não é brincadeira isso, Lula por exemplo elogiou Mao, Hitler, o assassino Che Guevara e o iraniano Khomeini.

O que se deve manter vigilância, é sobre qualquer tentativa de hegemonia, de absolutismo, de totalitarismo, que sempre advém da mentalidade revolucionária.

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Nesta terça-feira (9/4), em Brasília, será realizado um debate pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) sobre a reforma da Previdência e o impacto fiscal impacto fiscal da reestruturação no sistema de proteção social dos militares.

Para discutir as alterações que afetam a carreira militar, estarão presentes, integrantes do Exército, Marinha, Aeronáutica, bombeiros e policiais militares.

Foram convidados:

  • Diretor de Assuntos Legislativos da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (Feneme), coronel Elias Miler da Silva;
  • o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto;
  • o presidente da Associação Paulista do Ministério Público (APMP), promotor Paulo Penteado Teixeira Júnior.

Os autores dos requerimentos para o debate são os senadores Major Olímpio (PSL-SP) e Rogério Carvalho (PT-SE).

 

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Projeto que propõe destinar recursos do Fundo Penitenciário Nacional para os Batalhões de Choque das Polícias Militares, foi apresentado em fevereiro deste ano pelo deputado José Nelto (PODE-GO), na Câmara.

Conforme o texto, o projeto tem por objetivo contribuir para a estruturação dos chamados ‘Batalhões de Choque’
das Polícias Militares. O fundo foi criado para financiar a construção e a reforma de presídios nos estados.

XX – criação, aquisição de material permanente, equipamentos, armamento, capacitação e aquisição e manutenção de veículos especializados, imprescindíveis à atuação do Batalhão de Choque das Polícias Militares.“, consta no texto.

Tramitação:

O PLP 4/19 será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votado pelo Plenário.

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