Glenn Greenwald já foi processado por pornografia, segundo site estrangeiro Destaque

24 Jul 2019
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Antes de vir para o Brasil e de se aliar ao espião americano Edwanrd Snowden, que roubou e repassou  dados que roubou da CIA e da NSA, o ativista do Psol, advogado e jornalista Glen Greenwald, teria produzido pelo menos dois sites de filmes pornográficos para gays nos Estados Unidos.

Segundo o site estrangeiro Daily News, em reportagem de 2013, antes de ser repórter e comentarista do jornal The Guardian, Glenn Greenwald era advogado e tinha um emprego de meio período no ramo pornográfico.

O caso veio à tona nesta terça-feira (23), através do jornalista Oswaldo Eustáquio, do site Agora Paraná.  O jornal estrangeiro mostra que o sócio da indústria pornográfica do fundador do Intercept, estava reclamando que Greenwald exigia mudanças no conteúdo dos vídeos que eram inaceitáveis e por isso acabaram rompendo, o que se tornou uma batalha judicial, que fez Greenwald montar seu próprio site pornô, denominado “hairystuds.com”.

O Agora Paraná ainda salienta que, embora essa informação seja antiga, não tinha vindo a tona no Brasil, sobretudo no tempo em que o jornalista americano conseguiu adotar dois meninos brasileiros. “Certamente a justiça brasileira não levou em consideração essa informação, mas a partir de agora a situação pode ficar mais complicada. Greenwald tentou ainda nesta semana visto de emergência para levar os filhos para os Estados Unidos, segundo o próprio Greenwald para ver a avó que está na iminência de morrer de câncer”, diz o portal.

O caso

O Daily News relata que Glenn, nativo do Queens, se tornou advogado em 1995, depois de se formar na Universidade de Nova York.

Ele já tinha carreira como advogado, quando o amigo, Jason Buchtel, lhe ofereceu uma parceria em sua empresa de consultoria, Master Notions Inc., em 2002.

Documentos judiciais mostram que um dos clientes da empresa era então conhecido como HJ – abreviação de “Hairy Jocks” e que Greenwald foi quem negociou o acordo.

O proprietário, Peter Haas “tinha essa empresa pornográfica que ele não era capaz de manter”, disse Greenwald. Greenwald e Buchtel concordaram em ajudar a Haas em troca de 50% dos lucros.

Nos dois meses em que as empresas trabalharam juntas, Haas ganhou mais dinheiro como nunca antes em toda sua vida, conforme registros da Master Notions.

No entanto, Haas recusou-se a pagar à empresa sua parte dos lucros, o que deu origem à batalha. Haas disse que cancelou o acordo porque Greenwald estava “exigindo mudanças no conteúdo dos vídeos que eram inaceitáveis”.

Ele também acusou Greenwald de ter o intimidado a assinar o acordo, citando vários e-mails distorcidos que ele disse serem de Greenwald, cujo endereço de e-mail era “DomMascHry31”. Em um deles, Greenwald supostamente chamou Haas de “uma putinha” e “uma boa prostituta”.

Mas, Greenwald negou tudo e disse que os e-mails foram “completamente fabricados” e não escritos por ele.

Depois que o relacionamento comercial azedou, Haas também acusou Greenwald e Master Notions de ter roubado sua lista de clientes para comercializar seus próprios vídeos em “hairystuds.com”. “Se você gostou do vídeo do Hairy Jocks, vai adorar nossa nova linha de vídeos”, disse o site.

Em declarações judiciais, Greenwald argumentou que Haas não tinha uma lista de clientes real para roubar, e que a Master Notions tinha se reunido “revendo clubes, grupos e salas de bate-papo na Internet e na America Online, que são voltadas para pessoas com interesse em vídeos adultos”.

O caso foi resolvido em 2004.  As denúncias também mostram diferentes desafios que Greenwald enfrentou ao longo dos anos.

Em um processo de 2003, ele e seu então sócio, Werner Achetz, foram processados ​​pela diretoria do West Side por ter um cachorro maior do que o permitido pelos estatutos.

Eles então alegaram que estavam sendo atacados porque eram gays, uma acusação que o conselho negou. Os documentos também mostram que ele teve alguns problemas financeiros – sua licença legal foi suspensa por não pagar sua taxa de registro em 2009. Ele disse que começou a desmembrar sua prática de advocacia em 2005 para se concentrar em escrever.

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